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Adriana Porto integra programa de prevenção à violência contra meninas e mulheres em Barra do Piraí

Inserido em 21 de outubro de 2026
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Usar a educação na prevenção à violência doméstica e familiar contra meninas e mulheres é a proposta do Programa Barra Lilás. Inspirado no Programa Rio Lilás, do município do Rio de Janeiro, o projeto prevê a realização de palestras, dinâmicas, rodas de conversa e a distribuição de materiais de apoio a professores, coordenadores e diretores. O objetivo é aproximar o debate sobre a violência doméstica do ambiente escolar, para que crianças e adolescentes reconheçam situações de violência e conheçam os instrumentos de proteção previstos na legislação, especialmente na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006).

“A educação é uma das ferramentas mais poderosas para transformar realidades, promover o respeito e construir uma sociedade mais consciente e segura”, afirmou a promotora Adriana Porto, que faz parte da iniciativa.

Nesta terça-feira (20), foi realizada uma atividade educativa na Escola Municipal Hélio Cruz de Oliveira, em Barra do Piraí, com crianças de 10 a 12 anos, com o objetivo de ampliar a conscientização sobre o respeito, a igualdade e os direitos das mulheres desde a infância.

O Barra Lilás é uma cooperação entre o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), o MPRJ e o Município de Barra do Piraí, por meio das secretarias municipais de Educação e da Mulher. A proposta é unir esforços institucionais para desenvolver ações educativas e disseminar informações sobre os direitos das mulheres e os mecanismos legais de proteção. “A união entre as entidades demonstra a força da atuação interinstitucional na construção de políticas públicas preventivas. Prevenir a violência também é educar, conscientizar e transformar”, disse.

Segundo Adriana, levar esse conhecimento aos estudantes significa investir na formação de uma geração mais consciente. “Por meio do diálogo, de atividades educativas e da conscientização, queremos contribuir para que nossos estudantes reconheçam situações de violência e compreendam a importância da proteção dos direitos das mulheres.”