Os integrantes do Ministério Público do Rio de Janeiro tiveram papel de destaque no IV Encontro da Rede Nacional de Recuperação de Ativos, na capital fluminense, entre os dias 21 (terça) e 23 (quinta). As atividades do segundo dia ocorreram no IERBB (Escola de Governo do MPRJ), com networking session e coquetel de encerramento na sede da Amperj. O evento marcou ainda a entrada dos Ministérios Públicos como membros efetivos da rede Recupera, coordenada pelo Ministério da Justiça e integrada pelas polícias Federal e civis estaduais.
Na quarta-feira, os participantes do evento acompanharam palestras e mesas de discussão com membros do MP de diversas partes do Brasil, além de representantes das polícias civis e especialistas no tema da recuperação de ativos. Após a programação principal, parte dos convidados seguiu para o encontro na sede da Amperj, marcado pelo clima de parceria e confraternização entre profissionais de todo o país.
Um dos organizadores do encontro, o promotor Fabio Corrêa destacou a relevância das discussões. “A entrada no Ministério Público nessa rede é um marco extremamente importante, no sentido de podermos multiplicar e somar junto às polícias”, disse. “O evento foi muito produtivo e extenso, com muitas palestras abordando diversos assuntos nessa temática. Foram apresentadas as estruturas da Secretaria Nacional de Segurança Pública, no sentido de promover uma imersão dos membros do Ministério Público na realidade dessa rede”, completou.
Ele elogiou, ainda, a recepção na Amperj, que representou um importante momento de descontração e troca de experiências. “Fomos recebidos de forma muito acolhedora pelo nosso presidente, Cláudio Henrique, que nos proporcionou momentos muito agradáveis, em que os integrantes do MP conversaram mais livremente sobre temáticas de grande importância”, afirmou.
A Rede Nacional de Recuperação de Ativos foi criada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em 2023. É uma instância de articulação institucional para fins de identificação, apreensão, administração, alienação e destinação de ativos relacionados à prática ou ao financiamento de atos ilícitos.