A oficina “Os Direitos Humanos nos Processos de Emancipação Social: Tensões e Desafios”, realizada pela Amperj em parceria com o Instituto Joaquín Herrera Flores, começou na sexta-feira (22) com debates intensos sobre os limites do discurso liberal dos direitos humanos e as propostas do pensamento crítico para ressignificá-los. As atividades, ministradas pelo professor Manuel Eugenio Gándara Carballido, foram estendidas à Assemperj e tiveram participação de membros e servidores do MPRJ. As inscrições seguem abertas para o segundo e último encontro da oficina nesta sexta-feira (29), das 9h às 12h. Para garantir seu lugar, basta enviar um e-mail para recepcao@amperj.org.
Para a coordenadora de Raça e Gênero da Amperj, a promotora de Justiça Roberta Rosa Ribeiro, a abertura da oficina foi uma grande oportunidade de imersão no tema dos direitos humanos. “O primeiro dia proporcionou um contato inicial com a proposta trabalhada pelo professor Joaquín Herrera Flores, especialmente sobre o pensamento crítico”, destacou. “Tudo foi desenvolvido por meio de uma metodologia dialógica de construção coletiva de conhecimento, conduzida pelo professor Manuel Gándara. Os participantes puderam contribuir ativamente com a discussão, conectando a prática do MP à teoria apresentada.”
A atividade oferece um espaço de reflexão sobre os desafios que os direitos humanos enfrentam na atualidade, identificando limites e contradições do modelo tradicional, além de discutir alternativas para resgatá-los como matriz de práticas sociais emancipadoras. O presidente da Amperj, Cláudio Henrique Viana, e o diretor social, Rogério Pacheco, participaram do evento.
Roberta convida os colegas para a próxima rodada. “Mesmo quem não participou do primeiro encontro pode vir na próxima sexta-feira. Será uma ótima oportunidade de mergulhar no debate e conhecer mais sobre o curso que acontece todos os anos na Universidade Pablo de Olavide, de Seviha”, acrescentou. Para participar, escreva para recepcao@amperj.org.

