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Curso aborda Teatro, Romance Moderno e Contemporâneo a partir do dia 24

Inserido em 3 de fevereiro de 2026
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O curso de literatura e teatro da Amperj será retomado no dia 24 deste mês. Sempre na última terça-feira de cada mês, as aulas deste módulo serão sobre ‘‘Conflito, Memória e Alteridade no Teatro e no Romance Moderno e Contemporâneo”. Nesta edição, o curso examina como o teatro e o romance modernos e contemporâneos elaboram experiências de conflito — íntimo, ético, político e histórico — por meio de dispositivos narrativos e dramatúrgicos centrados na memória, na alteridade e na crise das formas de pertencimento.

Ao longo do curso, os alunos debaterão obras literárias e farão análise das peças ‘‘Conselho de Classe’’, ‘‘Vítimas do dever’’, ‘’Litoral’’ (1999), ‘‘Eu sou o vento’’ (2007) e ‘‘Diatribe de amor contra um homem sentado’’ (1988), além dos romances ‘‘As brasas’’ (1942), ‘‘A trégua’’ (1960), ‘‘Uma desolação’’ (1999), ‘‘Ressuscitar mamutes’’ (2024) e ‘‘O antigo futuro’’ (2022).

O Curso de Literatura e Teatro da Amperj é uma iniciativa em função do enriquecimento cultural dos associados. Assim, as aulas são abertas para todos os filiados à associação, bem como para seus dependentes. O link da aula é enviado pelo WhatsApp no dia do evento.
Confira a programação completa do curso:
24/02/2026 – Conselho de classe, de Jô Bilac: a violência simbólica como forma de conflito.
31/03/2026 – Vítimas do dever, de Ionesco: repetição e esvaziamento do sentido ético.
28/04/2026 – Litoral, de Wajdi Mouawad: Trauma, testemunho e alteridade.
26/05/2026 – Eu sou o vento, de Jon Fosse: a espera e o silêncio como experiência existencial.
30/06/2026 – Diatribe de amor contra um homem sentado, de Gabriel García Márquez: a cena como tribunal da memória conjugal.
28/07/2026 – As brasas, de Sándor Márai: acerto de contas entre passado e presente.
25/08/2026 – A trégua, de Mario Benedetti: cotidiano, intimidade afetiva e conflito.
29/09/2026 – Uma desolação, de Yasmina Reza: vazio relacional e crise do pertencimento.
27/10/2026 – Ressuscitar mamutes, de Silvana Tavano: entre legado e esquecimento.
24/11/2026 – O antigo futuro, de Luiz Ruffato: fragmentação narrativa e exclusão.