O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) divulgou, na quarta-feira (10/09), os vencedores da 13ª edição do Prêmio CNMP. A cerimônia, realizada na sede do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), em Brasília, reuniu autoridades, conselheiros, membros do MP e representantes de associações de classe para celebrar as iniciativas de destaque em 2025.
Entre os projetos premiados, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) conquistou 3º lugar na categoria “Promoção da Efetividade e da Unidade Institucional a partir da Sistematização Legislativa e Jurisprudencial no Ministério Público”, com o projeto Coordenadoria de Normativas Institucionais (CNI). A iniciativa busca consolidar, uniformizar e aperfeiçoar normativas internas, fortalecendo a atuação institucional e a integração entre diferentes áreas do MP fluminense.
O reconhecimento ao MPRJ reforça o compromisso da instituição com a modernização e a padronização de procedimentos, garantindo mais eficiência e segurança jurídica nas atividades desenvolvidas.
No total, o prêmio recebeu 772 iniciativas inscritas por unidades e ramos do Ministério Público de todo o país. Dessas, 90 chegaram à semifinal, resultando em 54 finalistas distribuídos em diferentes categorias temáticas. O tema da edição de 2025 foi “Reconhecer o agora. Inspirar o amanhã”, destacando o papel do prêmio em valorizar o trabalho cotidiano de membros e servidores do Ministério Público e incentivar soluções inovadoras com impacto social.
Na abertura do evento, o presidente da Comissão de Planejamento Estratégico (CPE), conselheiro Moacyr Rey Filho, ressaltou a simbologia da premiação ocorrer no mesmo ano em que o CNMP completa 20 anos de existência. Ele também se despediu da função, já que seu mandato como conselheiro se encerra em 14 de setembro.
O secretário-geral do CNMP, Carlos Vinicius Alves Ribeiro, destacou que a premiação já se consolidou como espaço de incentivo à inovação e à eficiência no Ministério Público.
A cerimônia foi prestigiada por conselheiros, membros auxiliares, procuradores-gerais de Justiça, servidores e representantes de associações de classe, reafirmando o compromisso do Ministério Público brasileiro com a transformação social, a defesa de direitos e a construção de uma instituição cada vez mais moderna e próxima do cidadão.