O presidente da Amperj, procurador de Justiça Cláudio Henrique Viana, se reuniu nesta quinta-feira (2), na sede da Associação, com o corregedor-geral do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, Ricardo Martins. O encontro contou também com a presença do diretor financeiro, Felipe Ribeiro, e do diretor cultural da Associação, Rogério Pacheco. Cláudio Henrique manifestou preocupação com o aviso publicado pela Corregedoria nesta quarta (1º), acerca do comparecimento presencial dos membros do MPRJ nos órgãos de execução, tendo em vista a pluralidade e as especificidades de atribuições de cada órgão e os inúmeros benefícios ao interesse público que tem o trabalho remoto.
Leia Mais: Programa Gympass oferece condições especiais para associados
Pré-inscrições para trail run terminam nesta sexta-feira (3)
Ele também solicitou ao corregedor a análise, caso a caso, das situações específicas de cada Promotoria, uma vez que o trabalho remoto é uma realidade, grande parte dos processos atuais é eletrônica e vários atos judiciais também são realizados de forma virtual.
O corregedor-geral acolheu o pleito da AMPERJ e informou que não é contrário ao trabalho remoto e que este não é incompatível com o comparecimento presencial, sendo que os casos podem ser analisados à luz da realidade do órgão de execução. Ricardo Martins se colocou à disposição da AMPERJ e dos colegas para esclarecer dúvidas e orientar, reconhecendo que cada órgão de execução tem uma rotina diferenciada.