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Injustiça climática afeta mais áreas e grupos mais pobres, aponta Casa Fluminense

Inserido em 16 de maio de 2025
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Luize Sampaio, Casa Fluminense

A coordenadora de Informação da Casa Fluminense, Luize Sampaio, apontou que as injustiças climáticas e a falta de políticas ambientais na região metropolitana do Rio afetam de forma mais intensa certas áreas e grupos menos privilegiados – o chamado racismo ambiental – intensificando as desigualdades em diferentes territórios do Grande Rio.

A coordenadora de mudanças climáticas da Prefeitura do Rio de Janeiro, Tatiana Castelo Branco, afirmou que os principais riscos climáticos na cidade são as ondas de calor extremo, as inundações e os deslizamentos de terra. Para mitigar os problemas, apresentou o que a prefeitura está fazendo, os investimentos e as diferentes metas envolvendo qualidade de ar, reflorestamento, entre outros pontos.

A doutora em Direito e membro dos comitês de meio ambiente e sustentabilidade do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, Daniela Zago, abordou o papel dos tribunais de contas no controle da efetividade de políticas ambientais. Ela comentou algumas propostas para enfrentar as emergências climáticas e frisou a importância de buscar soluções consensuais, além de promover uma atuação em rede.