Inclusão é tema do IV Encontro Estadual Ministério Público pela Paz nas Escolas

Para debater a educação inclusiva, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, por meio do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação (CAO Educação) e do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF), promoverá o IV Encontro Estadual Ministério Público pela Paz nas Escolas – Educação Sem Distinção. O encontro será realizado nesta segunda-feira (28/11), na sede do MPRJ e marcará, ainda, o lançamento da publicação “Direito à educação: orientações sob a perspectiva inclusiva”.

Entre as temáticas abordadas estão: “A construção coletiva da Deliberação CEE-RJ nº 355/2016, sobre educação inclusiva”; “Terapeutas sociais: chaves para inovar e aprender juntos”; e “Múltiplos olhares sobre experiências educativas de inclusão”.

A promotora de Justiça Cíntia Crusoé Guanaes, do Ministério Público da Bahia, abordará a campanha “Todas as escolas são para todos os alunos”, lançada pelo Parquet baiano, e que inspirou o projeto Educação Sem Distinção, desenvolvido pelo MPRJ.

Para a cofundadora do movimento “Paratodos”, Carla Codeço, “eventos como este são essenciais para a continuação da construção de uma educação que atenda verdadeiramente a todos”.

De acordo com a promotora Clisânger Gonçalves, subcoordenadora do CAO Educação, é papel do Ministério Público promover a aproximação e discussão sobre temas importantes como o da inclusão. “Este encontro é a culminância da campanha que produzimos nas redes sociais ao longo de 2016, intitulada ‘Educação Sem Distinção’. Em 2017, continuaremos a tratar da inclusão, buscando fomentar ainda mais a cultura da diversidade. Esta segunda fase da campanha combaterá mazelas do ambiente escolar, como o preconceito racial e de gênero e a intolerância religiosa”, explicou.

O secretário-geral da Comissão OAB Vai à Escola, Gonzalo Lopez, que também participará do evento, destaca a relevância do encontro. “Essa parceria entre o MP e a sociedade civil  não apenas vai reforçar o conhecimento legal da obrigatoriedade, mas, também, demonstrar a viabilidade da inclusão.”

Fonte: MPRJ







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